segunda-feira, 27 de julho de 2009



seios estourando a cauda do vestido minerais que dormem a vida inteira quando acordares e o sentires do teu lado roçando-te os ombros como formas de alento mas quem conhece a fundo vive só a cena se desenvolve também numa platéia no interior do Ícaro onde arde pregando um facho na primeira fila de cadeiras que permanecerá vazia sem desejar nada de ti ofereço-te meu coração de galinha no impacto da primeira cicatriz que cai na medida exata daquilo que acentuamos no processo e ganha espaço um imenso painel de artes plásticas acima de tudo contemporâneo e o mar esse trem do quase azul das artes visuais nos ensaios das tardes de setembro vozes como uma faca sertão e corta seus instintos como corpo e signo argamassa do silêncio dos seus gumes prateados pousa delicadamente sobre o tempo e do silêncio da poeira ainda possa soletrar teu nome sobre as águas e a tão inutilmente que nem da palavra amor vitória réstia da memória na busca pertinaz dos nossos descaminhos sob a náusea e o terror desenhando nos teus lábios do ciúme salve-me rainha dessas vozes símiles abismos labirintos desde a última vez que nos falamos grambel calou tua boca de onde nada mais ouvia

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